A MAQUETE DA FLAUTA MAGICA IRÁ VALER DE 0 A 3 PONTOS.
A MAQUETE SERÁ PARA A NOTA DE "LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA"
O OBJETIVO DA CRIAÇÃO E DO EXERCÍCIO TEM COMO BASE OS CONCEPTS ART DE PERSONAGENS CRIADOS ANTES DA ANIMAÇÃO.
NESTE CASO NOSSA CRIAÇÃO TERÁ COMO NARRATIVA/ENREDO UMA CENA DA OPERA PARA UM PERSONAGEM ACOMPANHADO DE DE CENÁRIO.
VEJAM OS DIORAMAS E DESENHOS COMO MODELO DE REFERENCIA. TEM AS MAQUETES DA TURMA DE PÓS GRADUAÇÃO TAMBÉM.
LEMBRANDO QUE NOSSA BASE É:
"A ABERTURA DE LE PETIT NICOLAS" [TEM VIDEO NO YOUTUBE]
"A ABERTURA DE CARROSSEL" [TEM VÍDEO NO YOUTUBE]
A CRIAÇÃO DESTE CENÁRIO RELACIONA-SE COM O ESPAÇO CENOGRÁFICO DA LINGUAGEM AUDIOVISUAL E RELACIONA-SE TAMBÉM COM A MONTAGEM DE MÉLIÈS [POR CAMADAS] DA HISTÓRIA DA ANIMAÇÃO.
DATA DE ENTREGA: NO DIA DA PROVA - DIA 05 DE ABRIL PARA A TURMA DE SEGUNDA; NO DIA 09 DE ABRIL PARA A TURMA DE SEXTA.
ENTREGAR QUANTAS FOTOS DO CENÁRIO DESEJAR, DE QUANTOS ANGULOS DESEJAREM.
CAPRICHEM NA ILUMINAÇÃO NA HORA DA FOTO.
E TIREM FOTO DE MODO QUE SE PAREÇAM MAIS COMO UMA GRANDE ESTRUTURA. VOU MOSTRAR UM EXEMPLO ABAIXO COM UMA FOTO DE IEMANJA.
ESTA É A MELHOR DENTRE AS TRÊS - NÃO MOSTRA O COMPUTADOR DE FUNDO; MAS A ILUMINAÇÃO DAS TRES FOTOS NÃO FOI TRABALHADA.
POR FAVOR TRABALHAR UMA LUZ MAIS FOCADA, LUZ COM EFEITO.
OUSE.
ESTA FOTO ESTÁ MUITO RUIM, TEM COMPUTADOR APARECENDO,
A Flauta Mágica começa com uma terrível serpente perseguindo Tamino. Cansado, ele desmaia. As Três Damas aparecem, dominam a serpente e resolvem avisar à Rainha da Noite da presença do jovem no seu reino. Ao recobrar os sentidos, Tamino vê Papageno cantar e tocar sua flauta. Papageno mente para Tamino que ele o salvou da serpente. Imediatamente, reaparecem as Três Damas para punir Papageno pela mentira. Elas entregam um retrato de Pamina para Tamino que se apaixona. A Rainha da Noite surge e pede para Tamino libertar sua filha que está prisioneira de Sarastro. As Damas soltam Papageno e eles recebem um carrilhão e uma flauta com poderes mágicos. Três Gênios irão guiá-los nos perigos da jornada.
No palácio de Sarastro, Pamina é vigiada por Monostatos. Papageno encontra Pamina e avisa que ela será libertada por Tamino e saem felizes a sua procura. Os Três Gênios guiam Tamino para o Templo. No caminho toca sua flauta e magicamente os animais selvagens se tornam mansos. Monostatos e seus escravos alcançam Pamina e Papageno, que ao som do carrilhão eles se põem a dançar e saem. Ao som de trombetas Sarastro chega. Pamina explica a Sarastro que fugiu por estar sendo importunada por Monostatos. Este entra trazendo Tamino preso. Sarastro expulsa Monostatos da Irmandade e ordena que Pamina e Tamino realizem as provas para entrar para a Irmandade.
Ato II
Sarastro comunica aos sacerdotes os seus planos de iniciar Tamino na Irmandade e pede aos deuses que iluminem o caminho dos jovens na busca pela sabedoria. Pamina, sob sua proteção deve se tornar esposa de Tamino. Pamina adormece enquanto Monostatos questiona sua condição social e racial por não poder ter os mesmos direitos dos outros e é detido pela Rainha da Noite que aparece. Ela entrega um punhal a Pamina e ordena que mate Sarastro.
Os sacerdotes conduzem Tamino e Papageno para o início das provas do silêncio, onde não poderão conversar com nenhuma mulher. Pamina aparece e Tamino resiste à tentação, deixando-a desiludida. Papageno ao ver Papagena, não resiste e falando com ela não passa na prova. Desesperada, Pamina resolve se matar e é salva pelos Três Gênios que explicam a situação. Juntos, Pamina e Tamino fazem as últimas provas: do fogo e da água, sendo então admitidos na Irmandade. Ao final surgem a Rainha da Noite com as Três Damas e Monostatos, em uma última tentativa de tomar o poder de Sarastro, mas a luz da Sabedoria transforma todo o mal e envolve todos ao som da Flauta Mágica.
8 ou 9 questões múltipla escolha [a decidir ainda] 1 ou 2 questão dissertativa [a decidir ainda] _Pesquisas em classe, atividades, trabalhos no primeiro bimestre não são obrigatórios nem avaliativos, são para memorização e estudo.
DATA _ Avaliação 1º Bimestre - 05 de Abril - TURMA - Segunda feira _ Avaliação 1º Bimestre - 09 de Abril - TURMA - Sexta feira
CONTEÚDO _Anotações particulares de aula dos/as acadêmicos/as sobre o conteúdo apresentado. _Blog; _ Apresentações do professor;
_ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: DURAN, Erika Rodrigues Simões. "A linguagem da animação como instrumental de ensino". Pág. 12 a 21 - A LINGUAGEM AUDIOVISUAL - CAPITULO 2 - CLIQUE AQUI
URSSI, Nelson José. "A linguagem Cenográfica" Pág 76 a 91 - clique AQUI
R.: Quando o cenário é estudado antes de compor. Com cores, texturas, proporções,
easter eggs, ... Ou seja, fazer um mapa mental do momento do personagem no cenário,
tirar fotos, testar luz, cores, ângulos de câmera. Ter referências. Ensaiar com montagens
de concepts e maquetes. Pois cada cenário tem um pouco da mensagem do personagem e
do diretor, de modo que sua pergunta tornaria a resposta muito ampla, infinita.
Onde eu posso encontrar os livros que nós vamos usar durante o curso? R. Os livros que estou apresentando como base temos na biblioteca da BA. Mas como profissional é sempre muito bom você montar sua própria biblioteca
adquirindo livros.
E para minha disciplina costumo ser organizado, deixando pdfs, palavras chaves,
comentários, posts para que mesmo sem o livro você consiga estudar em outro
momento sobre o conteúdo.
Como acompanhar o Zeitgeist para não se perder no tempo
e como utilizar ele ao meu favor na hora da criação?
R. Você precisara exercitar sua atenção e olhar. Acredito que tudo tem
um Q de foco e disciplina. Quando estiver apenas focando no ZEITGEIST
e o significado deste, ou como este está se mostrando a sua volta você
mesmo irá começar a encontrar materiais, artigos, vídeos, imagens
que lhe ajudarão a fazer uma seleção de informações.
Tudo na verdade se resume a você mesmo/a, seu interesse e sua disposição
em ir atrás do que é e de como é o ZEITGEIST do momento e do
que dele lhe é importante ou interessante.
Professor, o senhor conseguiria explicar em uma frase curta o conceito de Dasein?
De forma simples, para que eu consiga compreender melhor o ponto de Heidegger
a respeito do ente e sua manifestação na existência. Gratidão!
R. O conceito de Dasein esta relacionado com o EXISTIR. Significa em comum EXISTIR.
Porém com Heidegger ela ganha a conotação de SER, significa O PRÓPRIO HOMEM.
DASEIN significa SER AÍ.
Então O HOMEM é este DA= AI que tem é a relação
com seu SEIN=SER, ou seja A RELAÇÃO DO HOMEM CONSIGO MESMO [seu ser].
O Homem tem uma essência como corpo mas não como existência.
Para Heidegger o conceito homem" esta muito ligado a uma tradição de substância,
uma essência do seu corpo [físico]
É preciso que o homem tenha sua essência sendo observada por ele mesmo. Com seu ser.
O que é esse humano? A compreensão a interpretação com seu próprio ser.
Uma relação com seu ser. O homem pensando e observando a si próprio, seu próprio ser.
Em resumo: a relação do homem com seu ser na sua existência.
Para que: para postar num canal particular da disciplina a ser criada no youtube
[acesso apenas entre nós];
IMPORTANTE:
COLOQUE SEU NOME COMPLETO E SEU CURSO
NO E-MAIL
NOME E CURSO.
E TAMBÉM NO VIDEO COLOQUE UM DESENHO DO SEU ROSTO
MANDE O DESENHO EM ANEXO NO CORPO DO EMAIL
Olá Pessoal, gostaria que me enviassem para o e-mail EMERSON.BRITO@BELASARTES.BR um breve vídeo de no máximo 30 SEGUNDOS apresentando-se. Esse vídeo irei postar em uma conta do youtube apenas destinado para nossa turma, onde o acesso será apenas entre nós mesmos. No vídeo faça uma apresentação SOBRE VOCÊ. É importante que tenha seu rosto e sua voz para que possamos nos conhecer virtualmente.
Me enviem até o dia 04 DE MARÇO
PARA ANOTAÇÕES DA AULA DE 22 DE FEVEREIRO TURMA SEGUNDA MANHÃ CLIQUE AQUI
_RELEMBRANDO A AULA ANTERIOR
Por favor me apresentem palavras chaves, um mapa mental de sua memória;
_ SUGESTÃO: VAMOS CRIAR UM GRUPO DESTA TURMA NO WHATSS?
[prometo usar apenas durante a aula, e em casos emergenciais, sem incomodar durante dias uteis e principalmente fins de semana]
Precisa apresentar pra sala: aqueles que desejarem são bem vindos
Tempo de apresentação da sua análise: até 5 minutos.
O limiar da humanidade coincide com o
advento da linguagem, que funda uma
nova relação do homem consigo mesmo e
com o mundo. A linguagem suscita uma
consciência da consciência. A história
introduz, sobreposta à hereditariedade
natural, uma hereditariedade cultural.
Esboça, assim, uma nova dimensão da
consciência humana
(JAPIASSÚ, H. 1978: 103).
_Convergência; [multimídia]
TRANSMEDIA
CROSSMIDIA
Crossmedia é quando uma mesma mensagem é transmitida por diversas mídias sem sofrer alteração no conteúdo. Por exemplo, uma partida de futebol é reproduzida tanto na internet quando na televisão. A transmedia, por sua vez, ocorre quando uma mensagem com conteúdo diferenciado é transmitida por diversas mídias, onde uma mídia complementa a informação da outra. Estes fenômenos potencializam e ampliam o alcance do público-alvo, já que a mensagem poderá ser acessada por diferentes meios de comunicação.
_Interlocução de pensamentos; [o mesmo que diálogos de pensamentos]
_Somos seres simbólicos;
_Sintaxe; [Morfologia, Sintaxe e Semântica]
_Discurso | Narrativa;
_Contar uma história - narrativa;
_Veículos, mensagens, estímulos e usos.
_"a partir da assimilação, interpretação, organização, perpetuação e posteriormente, compartilhamento dos códigos pelo sujeito, mostrando que o sentido da linguagem só se atualiza no indivíduo que a que a recebe, codifica, interpreta e a internaliza" p.14
_Karl Bühler (1990) aponta três modelos distintos de mensagem: a expressiva, a apelativa e a comunicacional;
_Simultaneidade por meio da tríade visual, sonora e verbal;
_"Dondis (2007) nos aponta para necessidade de transformação dos indivíduos em visualmente alfabetizados"
_ "Piaget (2001) que demonstra que o processo de reconhecimento visual se inicia na infância, através da consciência tátil; em seguida, a passa ao plano icônico ou simbólico, que capacita os indivíduos a ver, reconhecer e entender imagens, sons, dentre outras linguagens verbais e não verbais; posteriormente, estes indivíduos passam ao plano realista e representacional, que os possibilitam a identificarem elementos da realidade em uma imagem, além de capacitá-los a produção das mesmas a partir de um referente; e por fim eles passam ao plano abstrato, que os leva ao campo da imaginação, das experiências sensoriais, que vão do consciente ao inconsciente através das emoções, facilitando a visualização imagética livre, geral e abrangente." p.15 e 16
_ Bakhtin "(...) está na produção da cultura e na vida social, na criação artística e na constituição da vida subjetiva. Como acontecimentos discursivos, todas essas esferas encontram na linguagem o motor que dinamiza sua existência. Não há linguagem sem a presença de um outro a quem o discurso se refere e responde, portanto, não há vida discursiva sem o diálogo que extrapola suas fronteiras e cria elos de conexão com a cultura e a experiência subjetiva (Bakhtin apud SALGADO, R. G. 2005: 22)." p.16
_ Ver o trecho do roteiro do filme "A CHEGADA" aos16m16s.
_Usos de linguagem: forma apreciativa e forma de produção p.16
_Gênese da linguagem audiovisual: fotografia;
_‘Entrée d´un train em gare de La Ciotat’
_"Mas apesar de assinalarmos o início da história do cinema a partir da descoberta da fotografia e da criação do cinematógrafo, autores renomados sobre o cinema como Sadoul (1946), Deslandes (1966) e Mannoni (1995) retrocedem temporalmente este início.
Para eles, o cinema começa a se estabelecer a partir dos teatros de luz de Giovanni Della Porta (século XVI), da câmera obscura (princípio já estabelecido na Antiguidade, retomado no século XVI), das projeções criptológicas de Athanasius Kincher (século XVII), da lanterna mágica de Christian Huygens, Robert Hooke, Johannes Zahn, Samuel Rhanaeus, Petrus Van Musschenbroek e Edme-Gilles Guyot (século XVII e XVIII), do Pantorama de Robert Barker (século XVIII),da Phantasmagorie que tem como principais representantes Étienne-Gaspard Robert, mais conhecido como Robertson e Paul Philidor (em fins do século XVIII), somente posterior a estes, a fotografia de Nicéphore Nièpce e Louis Daguerre (século XIV), devendo ainda levarmos em consideração os experimentos óticos de Joseph Plateau (século XIX), as pesquisas de decomposição do movimento de Ettiénne-Jules Marey e Eadweard Muybridge (século XIX), até chegarmos aos aparelhos que reuniram mais sistematicamente todas estas descobertas: o Kinetoscópio de Thomas Edison (final do século XIX) e o Cinematógrafo dos irmãos Lumierè ao qual já comentamos (também do final do século XIX) (MACHADO, A. 1997: 12)." p.18
A LINGUAGEM CENOGRÁFICA | Dissertação 2006 | Nelson José Urssi
Trabalho de pesquisa sobre a evolução da cenografia no teatro ocidental relacionando-a às possibilidade espaciais e técnicas do edifício teatral e do espaço cênico em cada época. APresenta uma conceituação do projeto cênico como síntese gráfica, histórica, tecnológica e simbólica estruturando a construção da cenografia em relação às questões apresentadas pelo texto teatral e pelos roteiros cinematográfico e televisivo. São também analisados aspectos das linguagens espacial e visual no processo de criação e produção cênica, identificando as necessidades para uma formação sólida de futuros profissionais cênicos, como cenógrafos e designers visuais.
O instrumental cênico e A linguagem Visual Unidade entre os elementos: [Baseado em “A Linguagem Cênica – pág. 76 a 91 ]: Para download deste material clique AQUI
O Instrumental Cênico Variações de tempo e espaço [formato | estilo | significado]; Compreensão de questões conceituais e práticas [concepção de projeto e construção];
_ Espaço Corpo Representação | significados socioculturais | ação | imagem | presença | maquiagem | figurino | voz _ Espaço Lugar
Planos | estruturação | projeto | mídia | superfície | identificador racional e histórico | lugar _ Espaço Espectador
Significados | recepção [de todos os itens de unidade] | produção de mensagens | Percepção | relação _ Espaço Texto
Vivência dos sentidos | Linguagens – mensagens | Cultura [aprofundamento teórico, ambiental, visual] Experiência individual e subjetiva [conceitos estéticos, perceptivos e psicológicos de acordo a sua sociedade] | Semiótica
A linguagem Visual: Elementos visuais [não confundir com material – papel, madeira...] | Bauhaus – relações e contrastes | Fundamentos da Linguagem | Plano, linha, volume | Gestalt _ Espaço Tipografia imagem | Construtivismo | Gráfico | _ Espaço Luz
Iluminação | Atmosfera – estilo | filtros, globos, gelatinas _ Espaço Cor Matiz | Saturação | Luminosidade | Psicologia da cor | Cor Luz e cor Pigmento
Possivelmente a bailarina Trisha Brown foi gravada sobre um fundo escuro e ao ser projetada sua imagem em uma parede vermelha este fundo escuro se funde ao vermelho, deixando a imagem dela fora de uma moldura, de um limite da luz da projeção, parecendo ocupar toda a parede;
_"a partir da assimilação, interpretação, organização, perpetuação e posteriormente, compartilhamento dos códigos pelo sujeito, mostrando que o sentido da linguagem só se atualiza no indivíduo que a que a recebe, codifica, interpreta e a internaliza" p.14
_Karl Bühler (1990) aponta três modelos distintos de mensagem: a expressiva, a apelativa e a comunicacional;
_Simultâneas por meio da tríade visual, sonora e verbal;
_"Dondis (2007) nos aponta para necessidade de transformação dos indivíduos em visualmente alfabetizados"
_ "Piaget (2001) que demonstra que o processo de reconhecimento visual se inicia na infância, através da consciência tátil; em seguida, a passa ao plano icônico ou simbólico, que capacita os indivíduos a ver, reconhecer e entender imagens, sons, dentre outras linguagens verbais e não verbais; posteriormente, estes indivíduos passam ao plano realista e representacional, que os possibilitam a
identificarem elementos da realidade em uma imagem, além de capacitá-los a produção das mesmas a partir de um referente; e por fim eles passam ao plano abstrato, que os leva ao campo da imaginação, das experiências sensoriais, que vão do consciente ao inconsciente através das emoções, facilitando a
visualização imagética livre, geral e abrangente." p.15 e 16
_ apud "(...) está na produção da cultura e na vida social, na criação artística e na constituição da vida
subjetiva. Como acontecimentos discursivos, todas essas esferas encontram na linguagem o motor que dinamiza sua existência. Não há linguagem sem a presença de um outro a quem o discurso se refere e responde, portanto, não há vida discursiva sem o diálogo que extrapola suas fronteiras e cria elos de conexão com a cultura e a experiência subjetiva (Bakhtin apud SALGADO, R. G. 2005: 22)." p.16
_ Ver o trecho do roteiro do filme "A CHEGADA 16_16
_Usos de linguagem: forma apreciativa e forma de produção p.16
_Gênese da linguagem audiovisual: fotografia;
_‘Entrée d´un train em gare de La Ciotat’
_"Mas apesar de assinalarmos o início da história do cinema a partir da descoberta da fotografia e da
criação do cinematógrafo, autores renomados sobre o cinema como Sadoul (1946), Deslandes (1966) e
Mannoni (1995) retrocedem temporalmente este início.
Para eles, o cinema começa a se estabelecer a partir dos teatros de luz de Giovanni Della Porta (século XVI), da câmera obscura (princípio já estabelecido na Antiguidade, retomado no século XVI), das projeções criptológicas de Athanasius Kincher (século XVII), da lanterna mágica de Christian Huygens, Robert Hooke, Johannes Zahn, Samuel Rhanaeus, Petrus Van Musschenbroek e Edme-Gilles Guyot (século XVII e XVIII), do Pantorama de Robert Barker (século XVIII),da Phantasmagorie que tem como principais representantes Étienne-Gaspard Robert, mais conhecido como Robertson e Paul Philidor (em fins do século XVIII), somente posterior a estes, a fotografia de Nicéphore Nièpce e Louis Daguerre (século XIV), devendo ainda levarmos em consideração os experimentos óticos de Joseph Plateau (século XIX), as pesquisas de decomposição do movimento de Ettiénne-Jules Marey e Eadweard Muybridge (século XIX), até chegarmos aos aparelhos que reuniram mais sistematicamente todas estas descobertas: o Kinetoscópio de Thomas Edison (final do século XIX) e o Cinematógrafo dos irmãos Lumierè ao qual já comentamos (também do final do século XIX) (MACHADO, A. 1997: 12)." p.18
_Caverna de Platão;
_Diegético;
_Não mimético
_Atores e atrizes;
_Clichês e estereótipos;
TEXTO BASE UTILIZADO
[este material faz parte do conteúdo para estudo da avaliação do primeiro bimestre]