segunda-feira, 21 de março de 2022

NARRATIVAS

As narrativas cinematográficas são um processo de criação que obedecem a determinadas opções. As narrativas são, de uma forma simples, o modo como a história é contada. Podem ser classificadas como simples ou complexas estruturalmente. Isto não descreve a história em si, mas a forma como a história é contada. Podem existir histórias elaboradas e de muita complexidade que são contadas numa estrutura simples e linear. Como o contrário também acontece, uma história muito simples e sem grande profundidade é contada numa estrutura fragmentada ou com saltos temporais que faz com que a história pareça complexa. Dentro das estruturas simples, temos a narrativa linear, a binária e a circular. Nas mais complexas, temos a narrativa de inserção, a fragmentada e a polifónica.

Linear: Narrativa caracterizada por ter um fio condutor que se desenvolve sequencialmente: com começo, meio e fim. Neste tipo de narrativa não ocorrem grandes desvios.

Binária: Narrativa com duas histórias individuais e paralelas que se podem cruzar em determinado momento ou podem também manter-se distintas. A resolução pode ser comum ou estar interligada. Estrutura muito usada em filmes de ação, thrillers, westerns, entre outros. O paralelismo das duas histórias contribui para o impacto dramático que é desenvolvido ao longo do tempo na narrativa.

Circular: Narrativa que termina no ponto de início, formando um círculo. Geralmente a conclusão reencontra o começo. Estrutura associada a filmes dramáticos e poéticos como metáfora de um conflito sem uma resolução “feliz”. 

Inserção: Narrativa com justaposição de planos com tempo e espaço diferentes. Frequentemente recorre a Flashbacks para criar um entrelaçar temporal. Dependendo da forma como os planos são apresentados, podem confundir o espectador de qual o tempo real e qual o tempo passado ou futuro. Este tipo de narrativa é muito usado em filmes que contêm duas dimensões: a psicológica e a geográfica, quando se coloca a consciência de uma personagem ou de um realizador onipresente. Por exemplo, quando a personagem contempla partes da sua infância ou quando a personagem recria situações. Este tipo de narrativa é frequente em filmes de montagem, pois o tempo e espaço são introduzidos apenas na pós-produção e edição do filme. Neste tipo de filmes de montagem é muito importante que as cenas tenham sido todas filmadas com a mesma direção fotográfica para não existirem falhas.

Fragmentada: Narrativa caracterizada por cenas aleatórias e desorganizadas. Em pintura seria o que chamaríamos de colagem. Neste tipo de narrativa não existe um fio condutor reconhecível. São usadas cenas de diferentes fontes com fragmentos de realidade e suportes distintos. Por exemplo, alguns filmes políticos usaram este tipo de estrutura utilizando documentos, entrevistas, trechos soltos, sem que haja um fio temporal ou necessidade de contar uma história linear mas sim mostrar realidades que condicionem as tomadas de decisão.

Polifônica: Forma de narrativa com várias histórias que se desenvolvem ao longo do tempo e não é essencial que se interliguem. Múltiplos acontecimentos e personagens que funcionam em prol de um clima social ou um estado de espírito. Podem culminar num final coerente a todos, podem ser apresentados vários tipos de finais adequados a cada história ou grupos de personagens ou ainda deixar o final em aberto para apelar à consciência e decisão de cada espectador, de acordo com a forma como cada pessoa percepcionou a história em si.




PLANOS DE CAMERA E EDIÇÃO DE IMAGENS

 








sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

AULA 02 a 04

 





Nesta aula:
_Apresentação do Professor CLIQUE AQUI

_Plano de Ensino / Plano de Aula CLIQUE AQUI


_Calendário 2022.1 CLIQUE AQUI
FERIADO - 28 FEVEREIRO  - Segunda - Carnaval

_ Avaliação 1º Bimestre - 04de Abril - segunda
_ Avaliação 2º Bimestre - 20 de Junho - turma segunda

ANÁLISE


Espaço Tipografia: esta escrito, eu vejo, eu leio.
Espaço Texto: eu ouço, é apenas narrado/falado [roteiro];
Objeto de Cena: importante para a cena
Objeto Cenográfico: apenas compõe o cenário




PRIMEIRO CONTEÚDO DE AULA.
PARA LER DA PAG 12 A 21
DO TEXTO DE ERIKA SIMÔES.
Duran, Érika Rodrigues Simões.
"A linguagem de animação como instrumental de ensino"
PARA ESTUDAR DA PAG 12 A 21 CLIQUE AQUI



DESTE MATERIAL - ESTUDAR O CAPITULO 2 CLIQUE AQUI
LER DA PAG.12 A PAG.21




PARA ASSISTIR CLIQUE AQUI
Não é obrigatório assistir / nada será cobrado sobre




"O mundo precisa de fantasias, não de realidade. Temos realidade suficiente hoje"

BLADE RUNNER 2049 CENA JOI e K




ZEITGEIST E DASEIN:

GLOBELEZA 1995/2013 clique aqui - 2020 clique aqui   2021 clique aqui




HOST NETFLIX










_ANOTAÇÕES DO TEXTO DE ERIKA SIMÔES.
Duran, Érika Rodrigues Simões.
"A linguagem de animação como instrumental de ensino"

PARA ESTUDAR DA PAG 12 A 21 CLIQUE AQUI







_Linguagem; [sinestesia, cinco sentidos]



_Relação com o mundo; [exposição, COMUNICAÇÃO]



_Consciência; [sua, da sociedade] - ela utiliza o termo "consciência da consciência"






CENA PARA ANALISAR



_Convergência; [multimídia]

Instagram clique aqui



MODERN FAMILY
T6 EP16


_Interlocução de pensamentos;

_Seres simbólicos;

_Sintaxe;

_Discurso | Narrativa;

_Contar uma história - narrativa;

_Veículos, mensagens, estímulos e usos.

_"a partir da assimilação, interpretação, organização, perpetuação e posteriormente, compartilhamento dos códigos pelo sujeito, mostrando que o sentido da linguagem só se atualiza no indivíduo que a que a recebe, codifica, interpreta e a internaliza" p.14

_Karl Bühler (1990) aponta três modelos distintos de mensagem: a expressiva, a apelativa e a comunicacional;

_Sensações;
CIA DOS a DEUX clique aqui



_Simultâneas por meio da tríade visual, sonora e verbal;

_"Dondis (2007) nos aponta para necessidade de transformação dos indivíduos em visualmente alfabetizados"

_ "Piaget (2001) que demonstra que o processo de reconhecimento visual se inicia na infância, através da consciência tátil; em seguida, a passa ao plano icônico ou simbólico, que capacita os indivíduos a ver, reconhecer e entender imagens, sons, dentre outras linguagens verbais e não verbais; posteriormente, estes indivíduos passam ao plano realista e representacional, que os possibilitam a
identificarem elementos da realidade em uma imagem, além de capacitá-los a produção das mesmas a partir de um referente; e por fim eles passam ao plano abstrato, que os leva ao campo da imaginação, das experiências sensoriais, que vão do consciente ao inconsciente através das emoções, facilitando a
visualização imagética livre, geral e abrangente." p.15 e 16

_ apud "(...) está na produção da cultura e na vida social, na criação artística e na constituição da vida
subjetiva. Como acontecimentos discursivos, todas essas esferas encontram na linguagem o motor que dinamiza sua existência. Não há linguagem sem a presença de um outro a quem o discurso se refere e responde, portanto, não há vida discursiva sem o diálogo que extrapola suas fronteiras e cria elos de conexão com a cultura e a experiência subjetiva (Bakhtin apud SALGADO, R. G. 2005: 22)." p.16
_ Ver o trecho do roteiro do filme "A CHEGADA 16_16



_Usos de linguagem: forma apreciativa e forma de produção p.16

_Gênese da linguagem audiovisual: fotografia;

_‘Entrée d´un train em gare de La Ciotat’



_"Mas apesar de assinalarmos o início da história do cinema a partir da descoberta da fotografia e da
criação do cinematógrafo, autores renomados sobre o cinema como Sadoul (1946), Deslandes (1966) e
Mannoni (1995) retrocedem temporalmente este início.
Para eles, o cinema começa a se estabelecer a partir dos teatros de luz de Giovanni Della Porta (século XVI), da câmera obscura (princípio já estabelecido na Antiguidade, retomado no século XVI), das projeções criptológicas de Athanasius Kincher (século XVII), da lanterna mágica de Christian Huygens, Robert Hooke, Johannes Zahn, Samuel Rhanaeus, Petrus Van Musschenbroek e Edme-Gilles Guyot (século XVII e XVIII), do Pantorama de Robert Barker (século XVIII),da Phantasmagorie que tem como principais representantes Étienne-Gaspard Robert, mais conhecido como Robertson e Paul Philidor (em fins do século XVIII), somente posterior a estes, a fotografia de Nicéphore Nièpce e Louis Daguerre (século XIV), devendo ainda levarmos em consideração os experimentos óticos de Joseph Plateau (século XIX), as pesquisas de decomposição do movimento de Ettiénne-Jules Marey e Eadweard Muybridge (século XIX), até chegarmos aos aparelhos que reuniram mais sistematicamente todas estas descobertas: o Kinetoscópio de Thomas Edison (final do século XIX) e o Cinematógrafo dos irmãos Lumierè ao qual já comentamos (também do final do século XIX) (MACHADO, A. 1997: 12)." p.18

_Caverna de Platão;

_Diegético;

_Não mimético

_Atores e atrizes;








_Clichês e estereótipos;


TEXTO BASE UTILIZADO
[este material faz parte do conteúdo para estudo da avaliação do primeiro bimestre]


DESTE MATERIAL - ESTUDAR O CAPITULO 2 CLIQUE AQUI
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Fim de aula  CLIQUE AQUI





segunda-feira, 31 de maio de 2021

ENTREGA DO PROJETO FINAL - VIDEO, DEFESA TEÓRICA e APRESENTAÇÃO

Á ESTA NO MOODLE A PASTA PARA POSTAGEM DO PROJETO FINAL;

RUBRICA - CRITERIOS DE AVALIAÇÃO
Valendo de 0 a 9 pontos / o outro um ponto foi da análise do filme MIL VEZES BOA NOITE



O PROJETO:

ENTREGA e/ou APRESENTAÇÃO do TEÓRICIO / PRANCHAS
[PRANCHAS é o mesmo que TEÓRICO. Considero pranchas com mais imagens / e teórico com mais texto].

OQUE ENTREGAR PARA AVALIAÇÃO:
_ Um vídeo [link do video já postado no youtube ou vimeo] que tenha seu[s] rosto[s] e seja sobre você[s];
_ Um teórico e/ou prancha de defesa desse mesmo video que fez [fizeram];


QUANTAS TÉCNICAS É PRECISO APRESENTAR NA MINHA DEFESA TEÓRICA?
_ Quantas desejar, o MÍNIMO é UMA ÚNICA técnica. Por exemplo: "Nesse projeto utilizei[utilizamos] apenas o estudo e aplicação da técnica da estética no uso da COR. Então o projeto do video se apresenta na COR tal por ser isso, isso e aquilo. A COR tal significa isso isso e aquilo e foi usada no frame tal, na cena tal, por conta disso, disso e daquilo..."
OU SEJA, você[s] decidiram APENAS PELA COR. E apresentaram "apenas" a cor de modo valioso, com as possibilidades de estudo que esta oferece. 

Ou posso usar mais de uma técnica para defender. Vou escrever a defesa do meu[nosso] vídeo onde utilizei [utilizamos] de estudo da narrativa, de enquadramentos, de linguagem, de espaços.... 

A quantidade de técnicas e o descritivo dessas técnicas é uma escolha sua. Assim como é uma escolha sua o modo, a forma como irá fazer o vídeo [pode ser com selfie, animação, locução em off, estilo documentário...] o que o PROFESSOR PRECISA são de duas coisas: O VIDEO e A DEFESA POR ESCRITO DA[s] SUA[s] ESCOLHA[s] USADA[s] NO VIDEO;

No teórico você apresenta o seu processo de criação.
Veja abaixo algumas OPÇÕES QUE PODEM OU NÃO estar descritos no seu teórico:

_ Cronograma;
_ Briefing;
_ Roteiro;
_ Sinopse;
_Storyline;
_Painel semântico [cor, textura bi e tridimensional, luz, imagens, videos, artigos, teses, livros..]. As fotos do Painel Semântico ou MoodBoard não precisam ser suas fotos [autorais] são fotos, videos, textos colhidos de pesquisa da internet, de revistas, filmes... são imagens e ideias de outras pessoas.
_ Linguagens possíveis [drama, romance, terror, sinestesia linguagem falada, linguagem escrita, linguagem animação, linguagem história em quadrinhos, linguagem fotográfica, ...] Linguagem é um meio de comunicação. Como seu vídeo se comunica? Por meio de quais linguagens? Se desejar escreva sobre estas linguagens na defesa teórica;
_ Espaços possíveis [Nelson José Urssi, pdf "linguagem cenográfica" pag 76 a 91];
_Simbolismos caso queira;
_shooting board, [clique no link] - são fotos suas, autorais, foi você quem tirou estas fotos da locação. O Shooting Board você estuda o plano de câmera, o angulo, a luz. Lembre-se SÃO FOTOS SUAS. VOCÊ MESMO/A AS TIROU. Não são fotos de outra pessoa.
_concept art, [clique no link];
_story board, story board 02 [clique no link]. O Story Board tem 4 partes:1.O desenho; 2. O Descritivo do desenho; 3. O plano de Câmera; 4.O som [parte do roteiro ou trilha sonora da cena: diegética ou extradiegética].
_edição de vídeo, [clique no link];
_making of;
_ sessão de fotos;
_ Planos de Câmera;
_Narrativa Visual  [clique aqui];
_maquete, [Podendo ser um livro teatro / estilo livro popup / Veja um livro teatro clique aqui;

[ver pranchas modelo apresentado em aulas anteriores aqui no blog e no grupo do whats...] Clique aqui. E clique aqui. E clique aqui

Oque você coloca no seu teórico é a defesa da sua ideia. Ou seja, quando mais bem explicado, melhor. Quanto mais você demonstra no seu teórico sua linha de raciocínio melhor. Quanto mais você tem uma identidade, uma relação, uma decupagem, um estudo do seu vídeo e apresenta isso de modo claro e com bom argumento e defesa, melhor. 

A escolha do que colocar ou não no seu teórico é sua. Vale apenas se fazer uma pergunta: o que você colocar no teórico irá ajudar a DEFENDER seu vídeo, ajuda a defender sua criação? O que você colocar no teórico irá ajudar o professor a ENTENDER sua linha de raciocínio? O que você colocar no teórico irá ajudar a DEMONSTRAR seu conhecimento do que sabe e aprendeu sobre linguagem audiovisual?


QUATO A ENTREGA pode ter duas FORMAS POSSÍVEIS apresentações:
_uma ao vivo [onde você apresenta seu projeto, sua pesquisa em 15 minutos NO MAXIMO];
_outra sem ser ao vivo onde só o teórico se apresenta por si [o professor só lê seu material, não assiste uma apresentação sua]. Nesta, sem ser ao vivo, sem você narrar é apenas a entrega do teórico /da prancha. A diferença está no entendimento e no fazer o outro compreender seu raciocínio sem você narrando, ou seja, só pelo que você escreve.

É PRECISO ENTREGAR VÍDEO por meio de um link [o video estara numa plataforma de sua escolha: youtube ou vimeo. ESTE LINK ESTARÁ NA DEFESA TEÓRICA.

DESENVOLVENDO alguns dos passos que podem lhe orientar a criar, métodos:


PRÉ-PRODUÇÃO

_Cronograma;
_Briefing; Objetivo do Vídeo;
_ Roteiro;


_Consciência da Imagem:
Linguagem
Zeitgeist
Simbologia / Poética

_ Pesquisa:
Painel Semântico / MoodBoard
Shooting Board [clique aqui] - reconhecer o espaço [o video de exemplo é para verificar os PLANOS e não se apegar a lentes e câmeras, isto é uma etapa do profissional de fotografia [Direção de Fotografia]
Story Board - Planos e Narrativa visual [clique aqui]
Concept Art
Equipamento

PRODUÇÃO
_ Cenário;
_ Ensaio;
_ Sessão de Fotos;
_ Gravação 


PÓS PRODUÇÃO
_Análise das imagens brutas;
_ Seleção de música e trilha sonora;
_Edição de vídeo;
_Revisão e aprovação;
_Entrega


APRESENTAÇÃO
Você estará presente na apresentação, será ao vivo? Você pode ou não apresentar ao vivo.
Ou é uma apresentação que defende por si própria, um artigo, um texto, um livro, slides?

Etapas para se preparar na apresentação:
1º ROTEIRO do que irá apresentar;
Escreva a história da sua ideia [texto e imagem]

2º EVITAR muito texto para apresentação [se você for ler]; Só tem muito texto se vc não for ler.
_Use até 7 palavras num único slide. SE FOR NARRADO, SE FOR AO VIVO;
_MUITO TEXTO: Só use muito texto se for TEORICO, ou seja se você não estará presente, se você não narra, não é ao vivo;

3º ATENÇÃO a qualidade da imagem nos slides;

4º ENSAIO PARA APRESENTAR AO VIVO
Espelho
Gravar no celular

5º SEGURANÇA PARA APRESENTAR AO VIVO
Alegria
Otimismo

SLIDES
capa: MENSAGEM CENTRAL
Slides com Estimulo visual
Final com créditos ou referencias [não precisa ler] ou MARCA no ultimo slide. 
Agradeça, mas acho mais bonito não escrever OBRIGADO OBRIGADA. Apenas agradeça

segunda-feira, 10 de maio de 2021

 



PARA LEITURA SOBRE O TRABALHO FINAL



Para pensar na criação de sua apresentação [possibilidades]:

1. Scott Pilgrin / Clube da Luta 
Apresenta com palavras no vídeo e objetos [espaço tipografia]
Os objetos e o cenário também contam sobre você.



2. Amelie Poulain - apresenta o que gosta e o que não gosta;
As suas ações e seus desejos também contam sobre você.
para ver esta cena acima clique aqui




3. Corra Lola Corra: Narrativa Polifônica
Várias histórias dentro da história.
Pode ser um jeito diferente de apresentar a cada um do grupo num mesmo vídeo. 


PARA ENTREGAR 
Conforme apresentado na nossa primeira aula
e revisto na nossa prova do primeiro bimestre
vamos seguir o calendário da Belas Artes.
Acredito que você tenha anotado em sua agenda e/ou no seu caderno as datas.

_Calendário 2021.1 CLIQUE AQUI

_ Avaliação 2º Bimestre - 21 de Junho - TURMA A - Segunda feira
_ Avaliação 2º Bimestre - 25 de Junho - TURMA B - Sexta feira


PARA ENTREGAR:
a. ENTREGAR - Defesa teórica
[Para montar uma defesa teórica você pode utilizar de todo material apresentado e discutido em aula - tanto do primeiro quanto do segundo bimestre, tudo serve como base. Assim, revejam suas anotações de aula, revejam os materiais que estão no blog e no grupo de Whatssapp da disciplina. Saiba que o material estudado pode e deve ser aplicado em seu vídeo se desejar, e pode e deve ser aplicado como base no teórico se desejar];

OS ITENS POSSÍVEIS QUE VOCÊ[s] PODEM INSERIR NO TEÓRICO SERÃO APRESENTADOS AULA A AULA E APLICADOS AQUI AOS POUCOS
[sempre refresque a tela]:
1. Cronograma
2. Briefing
3. Etapas [ver abaixo: pré-produção - produção - pós-produção ]
Obs.: Pode usar e abusar de imagens e texto em sua defesa teórica; Lembram do vídeo da Laura Liu sobre Metodologia do Processo Criativo? Ela diz sobre DEFENDER sua ideia. O vídeo esta logo mais abaixo.
4. [será colocado em andamento com a aula]
5. ...
6. ...

b. ENTREGAR - Video
[ link postado no youtube - o link estara na defesa teórica ]


ETAPAS

a. cronograma CLIQUE AQUI

REUNIÃO

BRIEFING

ROTEIRO

SHOOTING BOARD

STORY BOARD

CENOGRAFIA

ENSAIO

GRAVAÇÃO

EDIÇÃO

FINALIZAÇÃO

ENTREGA

b. briefing CLIQUE AQUI 
Atenção: não existe "um único modelo" de briefing.
Existem modelos de "briefings", onde cada um cria/escolha/adapta ao seu produto

c. método.
Atenção: não existe "um único modelo" de MÉTODO.
Existem diferentes modelos de "métodos", onde cada um cria/escolha/adapta ao seu produto

EXEMPLO - MÉTODO DA LAURA LIU


EXEMPLO - MÉTODO DO BRUNO MUNARI


1. Pré-Produção:

Objetivos do vídeo

Orçamento

Tipo de vídeo

Prazo

Roteiro

Arte [Concepts / Shooting e Story board] - Lembrar Nelson José Urssi "A linguagem cenográfica"; Mood Board


Tipos de Narrativas CLIQUE AQUI

Seleção de atores e locações

Equipe e equipamento extras, se necessário


1.1 Entre os objetivos da Pré- Produção estão:

Criar o argumento e elaborar o roteiro do vídeo;

Providenciar o que determina o roteiro do vídeo;

Conhecer o espaço para gravar as imagens do vídeo;

Definir as funções da equipe (diretor, cinegrafista,...) ;

Listar as atividades de cada componente da equipe;

Listar o que será usado na produção;

Montar cenários e/ou conhecer locações;

Fazer o orçamento do vídeo (todos os custos devem entrar no orçamento).


1.2 Planos e Regras de Enquadramento

Plano é o segmento de imagem contínua compreendida entre dois cortes, isto é, a imagem registrada durante o intervalo quando a câmera está ligada, gravando uma cena. Em termos de planos para TV ou vídeo, o plano é classificado de acordo com o tamanho da figura humana ou de um objeto dentro de um quadro. Quanto aos planos cinematográficos eles começam a ser classificados de acordo com imagens de cenas externas. Temos os seguintes planos:

Grande Plano Geral (GPG) - Descreve o cenário. É um plano com ângulo de visão muito aberto, sendo impossível perceber a ação ou identificar os personagens, apresentando grande quantidade de pormenores e necessitando de maior tempo para projeção (8 a 12 seg);

Plano Geral (PG) - Apresenta um ângulo de visão menor que o GPG. Nele se percebe a figura humana, mas é difícil reconhecer as personagens e a ação. Caracteriza-se como um plano descritivo, servindo para mostrar a posição dos personagens em cena (5 a 9 seg). Na TV, o plano geral (PG) mostra o personagem de corpo inteiro. Ao enquadrar o ator, é deixado um pouco de espaço acima da cabeça e abaixo dos pés (diferença de 10% entre a imagem da fita e o visor);

Plano Conjunto (PC) - Apresenta personagem ou grupo de pessoas no cenário e permite reconhecer atores e movimentação em cena. A ação não é visualizada nos mínimos detalhes, tendo um caráter descritivo e narrativo, com tendência maior para a descrição (4 a 8 seg.). Na TV, o plano conjunto (PC) é aquele que corta o personagem na altura dos joelhos ou pouco acima.

Plano Médio (PM) - Tem como objetivo enquadrar o ator em toda sua altura. Sua função é narrativa, pois a ação tem maior impacto na totalidade da imagem (3 a 7 seg) Mostra o ator da cintura para cima. Os olhos do personagem ficam a 2/3 da altura do quadro;

Plano Americano (PA) - Enquadra os personagens acima do joelho ou abaixo da cintura e privilegia a ação em relação ao cenário (3 a 7 seg);

Primeiro Plano (PP) -  Enquadramento que corta o personagem na altura do busto. É um plano de caráter psicológico, pois se percebe o estado emocional dos atores e a direção dos olhares, havendo pequena quantidade de detalhes no quadro (2 a 6 seg). Na TV, o primeiro plano (PP) é utilizado em diálogos ou entrevistas;

Primeiríssimo Plano (PPP) - É aquele em que o rosto ou parte do rosto ocupa toda a tela. A ação não é percebida, dando-se atenção ao lado emocional transmitido pela expressão facial do ator. É um plano de função indicativa (1 a 3 seg.). Na TV, o primeiríssimo plano (PPP) também mostra a cabeça do ator, apresentando certo impacto visual.

Plano Detalhe (PD) - É aquele que destaca pormenores do rosto ou do corpo do ator, sendo uma imagem de forte impacto visual e emocional. É um plano de função indicativa. Devido às dimensões exageradas da imagem, necessita de tempo reduzido para a identificação dos objetos em cena (1 ou 2 seg). Na TV, o plano detalhe (PD) também mostra parte do rosto. É um plano de forte impacto visual.

Fonte: http://www.sitetj.jor.br/ji.asp?idtexto=4



2. Produção:

Configurar o som, iluminação e equipamentos de vídeo

Fazer as capturas de vídeo

Gravar áudios de entrevistas, ambiente e/ou narração

Capturar vídeos auxiliares, usado na pós produção


2.1Algumas dicas para Produção de um vídeo:

Adequação entre criatividade e investimento;

Coleta de cenas do vídeo (no mínimo 2 takes de cada cena);

Uma pessoa da equipe anota quais cenas / takes ficaram melhores;

Nas gravações, evitar ruídos (vento, conversas paralelas,...);

A gravação das cenas não precisa seguir a sequência cronológica do roteiro.




3. Pós-Produção:

Análise das imagens brutas

Produção da história final

Seleção de música e trilha sonora

Edição de vídeo

Revisão e aprovação

Entrega


3.1 Existem diversos software que permitem a edição do vídeo, entre eles:

Movie Maker

Kdenlive

Adobe Premiere

Adobe After Effects

Cantasia Studio


ANOTAÇÕES E INFORMAÇÕES

      NOTAS e PROJETOS DO SEGUNDO BIMESTRE CLIQUE AQUI   PARA DOWNLOAD DAS ANOTAÇÕES DE AULA CLIQUE AQUI  PARA ACESSO AS ATIVIDADES ENTREGUE...